Barriga Experimental de Repertório
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025
CEM PENSATAS DE UMA JORNADA DE VIDA MELHOR
Breve relato:
Em CEM PENSATAS PARA UMA JORNADA DE VIDA MELHOR, Silas Corrêa Leite evoca e reverbera com “ filososilas” como homenagem Alejandro Jodorowsky
Quem só quer ver estrelas no céu
Fere os pés nas pedras da terra
Quem só vive olhando pro chão
Inerte lamenta a própria vida
Quem só vive olhando pra frente
Vai sentir de repente que o tempo passou e ele não viu
Quem só vive olhando pra trás não vai ser capaz de renascer
Nascer de si mesmo, nasce ao infinito
Na luz de seus olhos, beijar os olhos da luz
Porque não ver nas pedras do chão
A luz das estrelas do céu
E pensar que o futuro será
O passado e o presente, eternamente
Ver nas coisas pequenas e simples
A grandeza do espaço e não parar de procurar
No seu interior descobrir a razão de ser e renascer.
Renascer
Silvio Brito
-Novamente Silas Corrêa Leite surpreende, escrevendo como filosófico e neoexistencialista viés contemporâneo os mandamentos de Alejando Jodorowsky que referendam os dizeres do místico russo George Gurdjieff.
E diz em CINCO REVOLUÇÕES PARA OXIGENAR A SUA ALMA
"Eu pedi forças e Deus me deu dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi sabedoria e Deus me deu problemas para resolver.
Eu pedi amor e Deus me deu pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores e Deus me deu oportunidades.
Eu não recebi nada que pedi, mas tive tudo o que precisava..."
01.)-AMAR
-Acima e sobre todas as coisas, AMAR. Só amando compreendemos melhor o amigo, o irmão, o próximo, a família, a vida, o mundo, a sociedade, a espécie humana. AMAR a si mesmo, pois se amando você pode amar o outro, amando o outro você cria uma ponte, constrói vias de comunicabilidade na sua incompletude humana, amando você foi gerado, amando você pode criar transcendência, dar o exemplo da referência, desarmar ânimos, encontrar o amor de sua vida, amando ao perdoar, amando ao fazer caridade, amando a DEUS você tem uma base espiritual para ter fé e poder construir obras, conjugue o verbo AMAR e seja fruto bem-aventurado deste amor...”Almai-vos” uns aos outros...
02.)-CRESCER
-Você tem que deixar o mundo melhor do que recebeu ao nascer, e, crescendo, evoluindo, amando, você firma seu ponto de luz na estrada dos caminhantes nessa travessia que é o verbo existir, estudando, trabalhando, sendo ético, justo, honesto, humanitário, você evolui, cresce, mudando seu mundo, seu clã, seu meio, crescer é isso, conquistar com as mãos limpas, ter consciência do dever cumprido (trabalho, escola, vida), dormir com a consciência tranquila, abrir as mãos, estender os braços, amparar, ajudar, construir, isso é crescer como ser, como humano, como imagem e semelhança do CRIADOR...
03.)-ESTUDAR
-Amar é estudar... crescer. Estudar sempre, estudar o seu irmão, o despossuído, os lucros, as viagens, as vidas, as conquistas e perdas, as somas e sumos, ler muito, reler, repensar atos e falhas, tentar ser o mais humano dentro do humano, compreender a alma humana num conjunto de situações, estudar sempre e muito, estudar letras e músicas, pessoas e almas, situações e riscos, erros e acertos, estudar-se a si mesmo, porque a mudança começa em nós, e estudar é sentir parte do todo que é o completo do contexto da vida, estudar – e ler-se e tentar ao ser-se, ler-se SER...
04.)-VIVER
-Conjugar o verbo viver na sua amplitude... amor, paz, prazer, luz, fé, obras, viver condignamente, trabalhando de sol a sol, construindo conhecimento, pesquisando, pensando, sentindo a dor do outro, amparando, viver como um ser de uma meio social, viver a partir de uma busca por justiça para todos, família e sociedade em paz limpa, com justiça social, democracia social, inclusão social, viver comparando, refletindo, somando, edificando, viver o grande baile da vida que é a existência, sendo seu solo, seu estúdio, sua alma clarificando situações no teatro embonitado da vida em sua magnitude...
05.)-SER FELIZ
-Existir se destina a ser feliz. Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é, já cantou Caetano Veloso. Ser feliz é tudo o que se quer, ser feliz é a grandeza do sucesso, a melhor vingança é ser feliz, a maior conquista é poder olhar para trás e saber que viveu, construiu, edificou, mudou a sua vida, de sua família, que deixará ao morrer um mundo melhor do que recebeu ao nascer, a terapia do trabalho, do perdão, honrar pai e mãe, não julgá-los, ajudar carentes e excluídos sociais, buscar políticas públicas de inclusão social, não criticar sem ter conhecimento, ou não criticar sem tb dar ideias ou motivações, não ser fantoche de antros, de marionetes de parte de uma elite rancorosa, injusta e insensível, buscar seu próprio conhecimento, só ter a influência da verdade (conhecereis a verdade e a liberdade vos libertará), e nada mais, para que sus alma respire paz, respire luz, e quando você morrer possam dizer que um grande ser humano passou pela estrada dos caminhantes da terra... que não morreu frustrado, que não perdeu uma vida em vão, que foi feliz apesar de tudo, pois, como disse
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PRÉ-LANÇAMENTO
Cem pensatas para uma jornada de vida melhor parte dos chamados “82 mandamentos para uma vida melhor”, de Alejandro Jodorowsky, jornalista, cineasta, psicólogo e ícone da contracultura dos anos 60 e 70. Ideias originárias do místico russo George Gurdjieff repassados ao escritor chileno pela filha de Gurdjieff, Reyna d’Assia, durante jornada espiritual. Os textos eram para quem queria mudar hábitos e conquistar uma vida saudável. Fazendo uma releitura contemporânea, Silas Corrêas Leite, escritor e livre pensador humanista, dá sua contemporânea versão ao fim das utopias e sonha um neoexistencialismo com um utópico humanismo de resultados. “O neoexistencialismo transformou essa busca pela sensação de existir, e se manifestaria no reconhecimento pelo outro, numa busca pela própria salvação”, disse Paulo Polzonoff Jr. Este livro tem esse fito. A imaginação pode mais do que o conhecimento, disse Einstein. Evocando o autor original, Silas dá sua versão a propósito do sonho de um mundo melhor, acreditando que a esperança é a inteligência da vida, ao homenagear, repensar, evocar, reescrever com respeito e admiração. O amor é tudo que move. Tudo que move é sagrado. Leia e sinta. Qual é a sua jornada? Reflita, exercite, viva com qualidade.
Sobre o autor
Nascido em Monte Alegre e criado em Itararé, interior de São Paulo, Silas Corrêa Leite é escritor, professor, jornalista, blogueiro, especialista em educação e coordenador de pesquisas da FAPESP/USP. Autor de livros de poemas, contos e romances, conta com participação em mais de cem coletâneas e antologias, inclusive no exterior. Pela Caravana publicou Ensaios gerais – compêndio de críticas lítero-culturais (2024), Desjardim – muito além do farol do fim do mundo (2023) e Tutti-frutti – surtos de inutilezas (2021).
Para adquirir este livro em pré-lançamento, acesse: https://caravanagrupoeditorial.com.br/.../cem-pensatas.../
Silas Corrêa leite
E-mail: poesilas@terra.com.br
www.silascorrealeite.com/
Autor de GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertorio, Romance, Editora Autografia, RJ
segunda-feira, 30 de julho de 2018
FRAN ROSAS, NOVO TALENTO DA NOVA MPB EM BELO CEDÊ LUME
MPB Contemporânea
Cantora Fran Rosas, a nova joia no florir do lume da New MPB em ebulição
-“Minha terra tem Pinheiros//Adonde canta a Fran Rosas...” Melhor dizendo: em Curitiba – Curitiba, que quer dizer terra dos pinheirais - tem a Artista talentosa Fran Rosas com raízes entre Itararé-SP (Celeiro de artistas) e Ponta Grossa-Pr (pertinho de Itararé) dando ao lume artístico-musical suas “cantárias”, louvações... shows e espetáculos...
-Pois, afinal, Itararé, cidade de revoluções, ex-capital do trigo, depois capital do feijão, mas, ainda e sempre capital artístico-cultural da região sul de São Paulo, terra entre outros craques de arte musical, de Maestro Gaya (descobriu, burilou, orquestrou, Chico Buarque de Hollanda, entre outros, como Taiguara, Nelson Gonçalves, etc. e ganhou prêmios em áureos tempos de festivais de MPB da Record), Paschoal Melilo, (seu Baião Cuco estourou nos anos 20 quando ele pintava e bordava na Lapa do RJ em época de Noel Rosa e Aracy de Almeida), terra-mãe também de Regina Tatit, Rogéria Holtz, Carlos Casagrande, Elvira pagã (que Rita Lee cantou), e assim dessa raiz, tronco e chão, redondezas e trilhas pertinentes, brotou uma “Rosas” que canta porque é Fran e ao ouvi-la, acabamos todos fãs também...
-Tive a honra (e orgulho, claro), eu, um fanático por Itararé (canta a tua aldeia e serás eterno, disse León Tolstoi), de sabê-la por lá, com amigos, familiares, de Itararé, de ouvi-la, ver nas canjas virtuais do You tub sua performance, e encantei-me de curti-la, eu, com três notas musicais no nome, filho de um Maestro de bandas e Regente, de corais, compositor, fundador de corais e bandas no estado de SP e PR, que hoje é nome de Rua em Itararé, Rua Maestro Antenor Corrêa Leite.
-Pois nesse feitio todo de diapasão de acontecências, da Fran Rosas que soube e quis ouvir mais, recebi o belíssimo cedê LUME, interessante trabalho desde a estética da capa do projeto, à beleza singular da cantora/intérprete, passando, é claro, pela qualidade musical dos interessantes arranjos finíssimos de primeira linha, espetaculares, ainda as canções que ela com portentoso espetáculo verte para nós em seu lume de voz maviosa e singeleza na interpretação. Bravo!
-Espetacularmente assim e por isso mesmo muito bem produzida pelo namorido Rafael Rosas, de Itararé-SP, Fran Roas esbanja simpatia, cativa, e você bebe/ouve sua qualidade vocal, com belas composições, letras e músicas, inclusive do Celso Viáfora, Maninho, Estrela Ruiz Leminski e Djavan que botou sua Asa e seu Azul na voz exuberante da Fran Rosas que nas canções assomou-se.
-Diz o site Tratore, a distribuidora de artistas Independentes:
“Expoente da música curitibana, Fran Rosas é cantora e interprete de grande expressividade e personalidade. Dona de uma voz suave e versátil, assume diversas influências musicais, transitando com facilidade entre os mais variados estilos. Em 2017, lança o seu primeiro álbum - Lume, com produção de Rafael Rosas. O trabalho traduz com fidelidade a gama de influências que recebe ao longo da carreira, consolidando sua originalidade como marca pessoal.”
Vejam-na, quero dizer, ouçam-na, e babem:
https://soundcloud.com/franrosas
No site GENTE.IG.CULTUR, a consagração da carreira:
“Revelação da MPB, Fran Rosas se prepara para a sua primeira turnê na Europa”
http://gente.ig.com.br/cultura/2018-05-08/fran-rosas-turne-portugual.html
Crítica: - Crítica Sobre o Álbum Lume
“Já em Estrela de Brilhar, primeira faixa de seu álbum de estreia, a cantora curitibana Fran Rosas mostra ter muitos horizontes. O álbum revela uma cantora afinadíssima e à vontade em diferentes estilos(...). Foi bailarina clássica e prefere a delicadeza das canções…”– Juarez Fonseca – Jornal Gaúcha ZH
Eu que nasci no bairro operário de Harmonia, em Monte Alegre, Pr, hoje Telêmaco Borba, e fui criado desde os seis meses de idade na histórica cidade de Itararé-SP, terra de meu pai, um dos cem primeiros itarareenses a nascer na cidade, e que quando jovem foi acendedor de lampiões de gás em Itararé nos indos de antigamente, vejo as andanças musicais da Fran em sintonias e trajetos pertinentes, por assim dizer, e para nosso orgulho, claro...
Fran Rosas tem essas raízes fincadas em Itararé, seu marido produtor musical, maestro, arranjador e instrumentista, e familiares dele todos residentes em Itararé, mesmo ela tendo nascida de papel passado em Ponta Grossa, Pr, pertinho de Itararé, tendo por fim a bela Curitiba, a capital do Paraná, como seu palco iluminado.
Por essas e outras, como nova estrela na nossa também nova MPB, desejamos à FRAN ROSAS sempre muito sucesso, porque brilho, talento e lume ela tem, e, como diria Caetano Veloso, gente é para brilhar.
Brilhe Fran, solte a sua graciosa voz nas estradas de tijolos amarelos da vida.
Bravo!
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Silas Correa Leite - E-mail: poesilas@terra.com.br
www.artistasdeitarare.blogspot.com/
Poeta, Escritor, Professor e Jornalista Comunitário. Autor entre outros de TIBETE, De quando vc não quiser mais ser gente, Romance, Editora Jaguatirica, RHJ, 2017.
segunda-feira, 13 de março de 2017
Poema em Homenagem a Eugenia de Oliveira Correa Leite,In Memoriam
Poeminho de Saudade e de Dor
Nunca Mais Liguei Pra Casa da Mãe em Itararé
Depois que a mãe morreu, nunca mais liguei para o telefone da casa da mâe Eugênia em Itararé.
Quando ela estava triste, com saudades, ou com problemas, me ligava. Sabia que sempre podia contar comigo.
Ou eu, quando ia fazer um exame complicado, uma operação de risco, uma viagem de avião, uma palestra importante, ligava pra ela, para recarregar as baterias e ser forte e me sair bem,
e pedir a “bença”, ou oração...
Depois que ela morreu, nunca mais liguei.
Com medo de ligar um bendito dia, e ela atender. E eu chorar, chorar muito, chorar tanto de saudades, e assim emocionado, de súbito, morrer de enfarto
E finalmente então, poder ir me reencontrar com a mãe, numa Itararezinha celeste.
Um dia vou ligar. E o silêncio falará por mim...
Porque a casa, a mãe, o quintal, as flores, tudo, Itararé, de-assim
é uma saudade da minha mãe Eugênia muito além do fim...
(Sampa.13.03.2017)
Silas filho órfão
www.artistasdeitarare.blogspot.com/
sexta-feira, 1 de julho de 2016
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Contrações; Romance BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, Silas Corrêa Leite
LANÇAMENTO DE ROMANCE - Release
Contrações Do Novo Romance de Silas Corrêa Leite
“BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, GUTE GUTE”
O menino/Desengonçado/Estende a mão (...)
As palavras?/As palavras mergulham...
In, Galeio, Francisco Marques, Petrópolis
Está no prelo, pela Editora Autografia do Rio de Janeiro, o romance GUTE GUTE, BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, a mais nova “loucura literária” do polêmico (e premiado) literato Itarareense (poeta, ficcionista e blogueiro premiado), Silas Corrêa Leite, tachado pelo Antonio Abujamra (Programa Provocações/TV Cultura de SP), de “O Neomaldito da Web”, e que hoje está publicado em mais de 800 sites, vários links de renome, até na América espanhola, Europa e África.
O escritor, já autor de outros livros, todos “diferenciados”, por assim dizer, esteve em crise de saúde, de anos atrás até mais recentemente, após perder a matriarca querida em Itararé, tendo vivido tempos difíceis, mas, ainda assim e por isso mesmo, profícuo criador na sua “dorpoesia”, claro, e, ao bolar este romance “louco”, também por assim dizer, parece que ao escrevivê-lo se “livrou” de tamanha tristeza e angústia. Ao escrever GUTE GUTE colocou toda amargura para fora de sua orfandade sofrida, daí surgindo, nascendo, aperfeiçoado enquanto romance e enquanto literatura de primeira, GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório. Sorte dos leitores dele, e do grupo Leia Silas, que no Facebook beira cinco mil amigos.
O que uma criança na barriga gestora da mãe sente, como é que é a rotina do trono umbilical e seu entorno, as reinações da grávida chorando de barriga cheia, como o baby se comunica com a mãe dentro da barriga adjacente, como é que ele pode se comunicar com outras crianças superdotadas ou sensíveis em outras barrigas-valises passantes, em berçários-ninhais. Com amor, humor, entre alegrias e sofrências, o autor destila-se como ele mesmo fosse o filho da mãe, bendito fruto, e contasse desde a fase intrauterina de uma criança, até arrebentar-se na barriga do mundo. O hormônio da mãe, refletindo no baby, as relações e afetos maternos entronizados para todo o corpóreo em formação, pelo duto do cordão umbilical, feito uma navezinha em formação acoplada no planeta barriga.
O leitor vai se encantar, se emocionar, sentir-se criança de novo, se colocar no lugar do escritor, no lugar do bebê, de onde talvez nunca queria ter saído. Quem tem mãe não tem medo, disse Henfil. Mãe é Mãe, Coca Cola é Coca Cola, diz o mote ridente das redes sociais. Pois o escritor também, filho da mãe, conta como é ou como poderia ser (salvo pela imaginação?); dá voz ao baby, que, sim, antes de vir à luz, quer falar, quer dar à luz a sua interpretação de meio, gestão e expectativa de vida. Vivemos mesmo só nove meses? Ao ler o livro você vai se sentir na pele da mãe atiçada, como enjoos, com desejos; na pele do bebê atiçado, cheio de perguntamentos e quireras de entendimentos espaciais, e precoce; na pele do pai babão e manteiga derretida, corinthiano, e, claro, só podia, também na pele do escritor, em mais uma obra com a sua marca, a sua cara, a sua especialização entre surrealismo, realismo fantástico e invencionices fora do convencional, quando não assustadoramente criativas. Ser mãe é padecer no paraíso, disse o poeta. Ser filho é contar lorotas, peraltices, sentires, pensares e falares deste o ventre?
Este é o novo livro maluco beleza, essa é a obra. Sinta as contrações do parto do livro e do nenê espeloteado e traquinas, transpolar e hiperativo desde a fase barrigal. Já pensou? O que o bebê quer dizer, o que ele sente, pensa, imagina, cria, e espera. Entre sem bater. Tem gente. Bem-vindo à Barriga Experimental de Repertório de GUTE GUTE.
Logo o livro estará à venda online, no site da editora, em formato de ebook, para leitura no Kindle e mesmo em formato de EPUB.
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Cult-News, Release - La-goeldi@bol.com.br
http://www.autografia.com.br/loja/pre-venda:-gute-gute-os-livros-serao-entregues-apos-o-lancamento-autografados/detalhes
http://guteguteromancejuvenil.zip.net/index.html
Crítica BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, de Silas Corrêa Leite, GUTE GUTE
GUTE GUTE – Barriga Experimental de Repertório
Romance Infantojuvenil do Ciber Poeta e Ficcionista Premiado Silas Correa Leite -Quem lê Silas Correa Leite jamais esquece. Quem acompanha sua trajetória de décadas entre os emergentes nomes importantes (em qualidade literária e criação) da nova literatura brasileira contemporânea, se surpreende cada vez mais. Certa vez, ouvi um escritor e jornalista comentar: -Como é que ele pode escrever isso? Ou, como ele mesmo conta, que faz uns vinte anos atrás, uma cigana de rua ao ler gratuitamente sua mão, disse que ele um dia ainda ‘Escreveria sobre o que ninguém pensou que um ser humano pudesse escrever um dia’. Bingo, disse ele, me contando.
-Elogiado, entre outros, pelo espetacular e consagrado Moacir Scliar, que diz:
“O que chama a atenção no texto de Silas Corrêa Leite é o prazer que o autor sente em narrar, prazer este que se transmite ao leitor como um forte apelo – o apelo que se espera da verdadeira literatura. Estamos diante de uma inegável vocação de Escritor”
Com mais de mil cadernos de rascunhos poéticos de duzentas páginas (visa a médio prazo o Guiness Book); foram tema de reportagem no Programa Metrópolis da TV Cultura de São Paulo – escrevendo desde os 16 anos nos jornais de Itararé-SP; premiado em concursos de renome, inclusive no exterior (como no Instituto Piaget, Lisboa, Portugal; Cancioneiro Infantojuvenil), constando em mais de cem antologias literárias em verso e prosa, também internacionais, o hoje Cyber Poeta Silas Correa Leite sempre surpreende pelo inédito, pelo inusitado, pela vocação de criar o indizível, quase o inominável entre versos-prosas e prosas-versos. Como quando bolou o primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, o ebook de sucesso O RINOCERINTE DE CLARICE, que, por ser pioneiro, de vanguarda e único no gênero, virou leitura obrigatória no Mestrado de Ciência da Linguagem na matéria Linguagem Virtual, na UNIC-SUL, Universidade de Santa Catarina, além de ser tese de mestrado na Universidade de Brasília e tese de doutorado na UFAL-Universidade Federal de Alagoas. Obra com onze contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, que também foi destaque na chamada grande mídia brasileira, como no jornal O Estado de São Paulo, no Diário Popular (Caderno Informática), na Revista da Web, na Revista Ao Mestre Com Carinho, na Revista Época (Rio de Janeiro) nos programas de tevê Jornal da Noite (Márcia Peltier, Rede Bandeirantes), Programa Na Berlinda (Rede 21) e Provocações, TV Cultura de SP.
O que uma pessoa que escreve tanto, tem tanto a dizer que chega a ser Cult de estar na mídia qualificada e, paradoxalmente nunca ser bancado por uma chamada grande editora do eixo Rio/SP? Para alguns, a loucura santa do Silas é extraordinária. Para outros, uma literatura em prosa e verso (e ensaios, microcontos, twitter-poemas, letras de rocks e blues, poeminhos infantis, poemas para a juventude, links irônicos e de humor como “Silas e Suas ‘siladas”) tudo muito acima da média e de primeira grandeza. Numa busca pelo Google você o acha em mais de oitocentos sites, no YouTube, até mesmo no exterior, como Chile, Portugal, Angola, Moçambique, e em quase todas as redes sociais, também seguido no twitter e no Facebook. Já há na web ótimas criticas sobre seus trabalhos, seus livros, e um cabedal de seus prêmios de renome, ou mesmo constando em mais de cem antologias literárias até no exterior, e ainda tendo saído na importante Revista Poesia Sempre, como um dos poetas da poesia brasileira contemporânea, bancado pela Fundação Biblioteca Nacional no ano 2000, 500 Anos de “Achamento” do Brasil. Nas entrevistas, surpreende, toca: ‘A vida não me deu limões, mas faço limonadas de lágrimas’. Nos ensaios, resenhas, criticas sociais e criticas literárias, feito um livre pensador que sonha depois do fim das utopias com um humanismo de resultados, surpreende por pensar o que ninguém pensou, escrever diferenciado e ter um olhar crítico especial de entrar na alma do escritor que resenha.
Pois com “GUTE-GUTE Barria Experimental de Repertório”, não poderia ser diferente. O autor de novo talentosamente surpreende com estilo, por não escrever ralo e raso e, ao mesmo tempo tomar o leitor pela mão, cativar e envolver. Vai compondo sua trajetória de literato, com qualidade vernacular, com seus neologismos, além do resgate de palavras desusadas ou atípicas – um amigo professor francês diz que às vezes ele escreve em língua bárbara – e assim, assustando, surpreende, clarifica, toca corações e mentes. Você não podia ter escrito isso, disse um amigo. Mas você está com os olhos cheios de sangue e chorando, respondeu ele.
Colocando a aldeia natal Itararé, cidade histórica do Brasil (de batalhas que não houve) na consciência do mundo, erguendo suas histórias e lampejos de arte como levitação, e com tantos projetos de livros, Silas tem outros trabalhos inéditos para crianças e jovens, mas quis o destino que o primeiro da lavra fosse esse, por intermédio de uma avaliação qualitativa da visionária Chiado Editores de Portugal. E nada mais bonito do que entrar ‘na cabeça’ de uma criança ainda na barriga de uma mãe de alto nível, e daí extrair além das ideias, palavras que se somam e se erguem, com começo, meio e fim, em ritmo de falas e pensamentos marotos, em nível de monólogos atiçados pela pólvora do que realmente é existir (ou deve ser existir) mesmo nos nove meses de gestação se tanto, e já ter o que dizer, nessa fauna precoce da vida atiçada in corpore. O prisma, a narrativa, a criatividade. Tudo a ver, aliás, também tudo a ler, como tudo a ser.
Que criança tardia ainda somos, escondidos de nós, até escondidos de sermos, de nossa infância, nossa maior riqueza, nosso maior tesouro? E quando a criança que ainda reside e resiste em nós lê a alma de uma criança ainda na barriga-mãe, de onde, talvez, nós nunca deveríamos ter saído, porque, disse um pensador, que nós vivemos mesmo só nove meses? Pego pela palavra, o leitor vai se colocar no tal troninho com cordão umbilical nutridor e tudo, vai se olhar de dentro pra fora, como já sabe o mundo da fantasia de fora pra dentro, se colocando no lugar do baby vai ser também criança purinha outra vez, e se emocionar; vai chorar, e vai se sentir de alguma maneira em casa, sendo assim também a casa, a casca, o lugar em que estamos, o lugar que somos… De onde nunca deveríamos ter saído?
Conversando com o autor, sobre o processo de criação deste livro, fiquei sabendo que ele perdeu a mãe faz pouco tempo, teria sofrido muito, como uma perda dessas acarreta, e que, tentando lavar a alma, por assim dizer, teve uma ideia desse trabalho e então escreveu o livro como se lavando por dentro, como se de novo se colocando na barriga da mãe, também confessando que chorou muito ao escrever, mas que ao mesmo tempo também como que também se limpou em lágrimas e palavras, se renovando; como se purgando a dor e a partir do término da obra de várias leituras e releituras, se recompondo, como se a obra, o romancear e todo o trajeto criativo, o libertasse. A arte como levitação também?
Lendo o livro GUTE GUTE em seu projeto ainda inaugural, para depois tentar dedilhar alguma coisa sobre o mesmo, veio-me à mente a fala de Giorgio Agamben (Ideia da Prosa/Ideia da Felicidade) quando disse: “Em todas as vidas existe qualquer coisa de não vivido, do mesmo modo que em toda palavra há qualquer coisa que fica por exprimir. O caráter é a obscura força que se assume como guardiã dessa vida intocada; vela atentamente por aquilo que nunca foi e inscreve no teu rosto a marca disso…”
Pondo palavras na boca do personagem principal, narrador da epopeia barrigal – a barriga da mãe é a segunda personagem – a criança por nascer já vai precocemente dando à luz a fatos que identifica e soma, acontecências, intenções, ironias, entendimentos pueris, julgamentos puros e o próprio repertório experimental da linguagem que ouve, avalia, compõe, edifica e no palavrear conjetura e assim e por isso mesmo expõe sonoramente. Quem é que poderia ter escrito um livro desse? Você lembra Gepeto, O Gato de Botas, Alice No País das Maravilhas, ou, no Brasil, o Moleque Saci, ou ainda as maviosas contações aventurosas de um tempo e de um lugar feitas pelo inesquecível Monteiro Lobato, e nesses tempos pós-modernos de tantas infovias efemêras, capta o romance como um estilo moderno, um olhar cativante, um entendimento bem contemporâneo que vai açodar a mente sempre ativa das crianças, de jovens e adultos, que não caberão em si, entrando na narrativa como dentro da barriga do historial ou dentro de si mesmos. Uma aventura e tanto. GUTE GUTE é isso, tem essa intenção e crédito. Talvez, fora dessa barriga, então, finalmente, podemos entender melhor o que saímos perdendo, quando nos perdemos de nós mundão a fora, ou, quando, de uma forma ou de outra, artisticamente podemos fazer da poesia, da imaginação, do conhecimento e da arte uma bela filofia de vida, ou ainda, do entretenimento e do mundo da fantasia nas leituras, mais uma barriga acalentadora para nos cuidarmos de nós, nos salvarmos de nós, nos adoçarmos, e assim, então, nos sentirmos em paz com uma literatura envolvente como essa. Gute Gute.
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Antonio T. Gonçalves – Professor Universitário
E-mail: la-goeldi@bol.com,br
Resenha Gute Gute
Gute Gute, Barriga Experimental de Repertório
Romance de Silas Correa Leite
Nesses tempos pós-modernos, em que a criança sai do ventre da mãe para a piscina, e que a ciência avançada já descobriu que crianças aprendem e evoluem desde a barriga-mestra da grávida, e se um casal de Ph.Ds. com DNA de geniais tivesse um bebê superdotado e com QI elevado desde a concepção; e se esse baby se pudesse falar, precisasse falar, e se encontrasse outras crianças de igual precoce qualidade evolutiva para trocas, o diálogo, com quem pudesse conversar, dizer a que virá, o que vai ser quando nascer, a partir das apreendências desde o entorno e mesmo do interior contexto umbilical? Qual o repertório dessa visão, dessas conversas do entorno do pré-nascer? BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO é a voz da criança que ainda não há, que está sendo terminada, mas desde logo dizendo a que virá, sempre a partir da barriga-mundo-Mãe. Partindo do mote ou do leitmotiv do que um bebê especial em formação, de rara inteligência precoce, ainda dentro da barriga da mãe phd em neurociências, poderia falar, pensar, sentir, e até reagir a partir do próprio entorno que o envolve de alguma maneira no meio, mais configurações, sentimentos, reações pueris e sentidos revisitados em tal estadia interior, o autor, aqui e ali de maneira fracionada, não linear, com ironia, humor, e mesmo se inteirando da vida que cresce e aflora, traz as “palavras” da criança ainda na fase intrauterina para o entendimento de nosotros que saímos antes e perdemos a noção do quanto de importante foi estar nesse berço-ninhal, planeta-barriga.
Máximas circunstanciais, epigramas de ocasião, aforismos de percurso, citações achadas no crescimento, fragmentos reflexivos a partir de, tudo da lavra do autor, inclusive parafraseando dizeres populares pertinentes, amor, emoção, tristeza, dor, humor, o favo-vida na colmeia da gestação querendo dar à luz antes de vir à luz. Muito mais do que isso ainda, recursos na intertextualidade, situações que emocionam, fazem rir, reafirmando então que, sim, há uma luz antes de tudo. A criança que nesses tempos pós-modernos sai direto da barriga da mãe para a piscina, aprender a nadar antes de falar, nesse romance comporta um baby superdotado, hiperativo, extermanemente sensivel, que quer muito dizer o que vê, “lê”, sente e reflete-se desde o mundo barrigal. O autor coloca um repertório afetivo, emocional, denso, poético e extremamente humano para quem ainda vive uma fase importante do devir.
Gute Gute é isso: o que um bebê quer dizer, sobre o meio, seus pais, as acontecências de percurso, situações de rotina de uma grávida de Q.I. altíssimo, com olhares novos sob a sensibilidade à flor da pele daquele que ainda vai nascer, e, antes mesmo disso já questiona até momentos íntimos da mãe, particularidades afins, como soubesse que, de alguma maneira, iria carregar para sempre aquela barriga, logo que ‘desnacesse dali’. Pinceladas de vidas sendo pensadas e sentidas, explosões de amor e de entendimentos pueris de malucos, mudanças de comportamento a partir de hormônios, visões do filho da mãe e da mãe do rebento, e vice-versa, quando se sabe que, na vida aqui fora toda grávida chora de barriga cheia e diz que o nenê está chutando a barriga, é como se o baby desse romance estivesse literalmente chutando o pau da barraca, da barriga, para se assinar no livro da vida antes de estar entre nós, chamando nossa atenção para esse estado de graça.
A ideia do livro é passar o conceito de que uma criança especial já na barriga da mãe-gestora é uma alma que pensa, apreende, com/Vive e sente, podendo assim se expressar desde o cordão umbilical, dizer a que veio, e até sonhar sobre o que é que vai ser quando nascer, interagindo precocemente no seu entono, podendo assim ser sacada, se pudesse ser ouvida em sua pura voz interior. GUTE GUTE é o som de uma criança mamando, sugando o cordão umbilical da mãe, gute gute tradicional do som nessa alimentação primordial. Barriga experimental de repertório é todo o acervo narrativo e criativo do livro como ofertório de palavras, rumos, citações, 'sentições', pertencimentos e tons e tins e quetais; timbres lustrais da criança imaginada em falas. Lá em cima, a mãe-gestora. Lá embaixo o filhote com visão toda própria, idealização e compreensão precoce. O que pode acontecer na fase final da formação, desde a concepção até o arrebentar-se do berreiro da vida lá fora? É preciso dar voz aos escolhidos. Muitos foram chamados mas só um fecundou. Esse é quem vai botar a boca no mundo. É preciso ouvi-lo.
Criar é iluminura como libertação. Escrever esta obra salvou a vida do autor, depois da morte de sua matriarca. Premiado em concursos de renome, até no exterior, presente em redes sociais e em mais de 800 sites, até internacionais, GUTE GUTE virou romance diferenciado desse ciberpoeta e blogueiro premiado que escreve para surpreender quem o lê. Ele já foi entrevistado no programa Provocações, da TV Cultura, e neste romance diferenciado mostra toda sua lucidez criacional, que emociona, sobre o que uma criança teria a dizer na barriga da mãe gestora. Bem-vindo a bordo. Periga ler e ver-se.
Barriga exterimental? Gute Gute:
-TEM GENTE!
Antonio T. Gonçalves
lagoeldi@bol.com.br
http://cult-news-art.zip.net/
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