quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Contrações; Romance BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, Silas Corrêa Leite
LANÇAMENTO DE ROMANCE - Release
Contrações Do Novo Romance de Silas Corrêa Leite
“BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, GUTE GUTE”
O menino/Desengonçado/Estende a mão (...)
As palavras?/As palavras mergulham...
In, Galeio, Francisco Marques, Petrópolis
Está no prelo, pela Editora Autografia do Rio de Janeiro, o romance GUTE GUTE, BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, a mais nova “loucura literária” do polêmico (e premiado) literato Itarareense (poeta, ficcionista e blogueiro premiado), Silas Corrêa Leite, tachado pelo Antonio Abujamra (Programa Provocações/TV Cultura de SP), de “O Neomaldito da Web”, e que hoje está publicado em mais de 800 sites, vários links de renome, até na América espanhola, Europa e África.
O escritor, já autor de outros livros, todos “diferenciados”, por assim dizer, esteve em crise de saúde, de anos atrás até mais recentemente, após perder a matriarca querida em Itararé, tendo vivido tempos difíceis, mas, ainda assim e por isso mesmo, profícuo criador na sua “dorpoesia”, claro, e, ao bolar este romance “louco”, também por assim dizer, parece que ao escrevivê-lo se “livrou” de tamanha tristeza e angústia. Ao escrever GUTE GUTE colocou toda amargura para fora de sua orfandade sofrida, daí surgindo, nascendo, aperfeiçoado enquanto romance e enquanto literatura de primeira, GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório. Sorte dos leitores dele, e do grupo Leia Silas, que no Facebook beira cinco mil amigos.
O que uma criança na barriga gestora da mãe sente, como é que é a rotina do trono umbilical e seu entorno, as reinações da grávida chorando de barriga cheia, como o baby se comunica com a mãe dentro da barriga adjacente, como é que ele pode se comunicar com outras crianças superdotadas ou sensíveis em outras barrigas-valises passantes, em berçários-ninhais. Com amor, humor, entre alegrias e sofrências, o autor destila-se como ele mesmo fosse o filho da mãe, bendito fruto, e contasse desde a fase intrauterina de uma criança, até arrebentar-se na barriga do mundo. O hormônio da mãe, refletindo no baby, as relações e afetos maternos entronizados para todo o corpóreo em formação, pelo duto do cordão umbilical, feito uma navezinha em formação acoplada no planeta barriga.
O leitor vai se encantar, se emocionar, sentir-se criança de novo, se colocar no lugar do escritor, no lugar do bebê, de onde talvez nunca queria ter saído. Quem tem mãe não tem medo, disse Henfil. Mãe é Mãe, Coca Cola é Coca Cola, diz o mote ridente das redes sociais. Pois o escritor também, filho da mãe, conta como é ou como poderia ser (salvo pela imaginação?); dá voz ao baby, que, sim, antes de vir à luz, quer falar, quer dar à luz a sua interpretação de meio, gestão e expectativa de vida. Vivemos mesmo só nove meses? Ao ler o livro você vai se sentir na pele da mãe atiçada, como enjoos, com desejos; na pele do bebê atiçado, cheio de perguntamentos e quireras de entendimentos espaciais, e precoce; na pele do pai babão e manteiga derretida, corinthiano, e, claro, só podia, também na pele do escritor, em mais uma obra com a sua marca, a sua cara, a sua especialização entre surrealismo, realismo fantástico e invencionices fora do convencional, quando não assustadoramente criativas. Ser mãe é padecer no paraíso, disse o poeta. Ser filho é contar lorotas, peraltices, sentires, pensares e falares deste o ventre?
Este é o novo livro maluco beleza, essa é a obra. Sinta as contrações do parto do livro e do nenê espeloteado e traquinas, transpolar e hiperativo desde a fase barrigal. Já pensou? O que o bebê quer dizer, o que ele sente, pensa, imagina, cria, e espera. Entre sem bater. Tem gente. Bem-vindo à Barriga Experimental de Repertório de GUTE GUTE.
Logo o livro estará à venda online, no site da editora, em formato de ebook, para leitura no Kindle e mesmo em formato de EPUB.
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Cult-News, Release - La-goeldi@bol.com.br
http://www.autografia.com.br/loja/pre-venda:-gute-gute-os-livros-serao-entregues-apos-o-lancamento-autografados/detalhes
http://guteguteromancejuvenil.zip.net/index.html
Crítica BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, de Silas Corrêa Leite, GUTE GUTE
GUTE GUTE – Barriga Experimental de Repertório
Romance Infantojuvenil do Ciber Poeta e Ficcionista Premiado Silas Correa Leite -Quem lê Silas Correa Leite jamais esquece. Quem acompanha sua trajetória de décadas entre os emergentes nomes importantes (em qualidade literária e criação) da nova literatura brasileira contemporânea, se surpreende cada vez mais. Certa vez, ouvi um escritor e jornalista comentar: -Como é que ele pode escrever isso? Ou, como ele mesmo conta, que faz uns vinte anos atrás, uma cigana de rua ao ler gratuitamente sua mão, disse que ele um dia ainda ‘Escreveria sobre o que ninguém pensou que um ser humano pudesse escrever um dia’. Bingo, disse ele, me contando.
-Elogiado, entre outros, pelo espetacular e consagrado Moacir Scliar, que diz:
“O que chama a atenção no texto de Silas Corrêa Leite é o prazer que o autor sente em narrar, prazer este que se transmite ao leitor como um forte apelo – o apelo que se espera da verdadeira literatura. Estamos diante de uma inegável vocação de Escritor”
Com mais de mil cadernos de rascunhos poéticos de duzentas páginas (visa a médio prazo o Guiness Book); foram tema de reportagem no Programa Metrópolis da TV Cultura de São Paulo – escrevendo desde os 16 anos nos jornais de Itararé-SP; premiado em concursos de renome, inclusive no exterior (como no Instituto Piaget, Lisboa, Portugal; Cancioneiro Infantojuvenil), constando em mais de cem antologias literárias em verso e prosa, também internacionais, o hoje Cyber Poeta Silas Correa Leite sempre surpreende pelo inédito, pelo inusitado, pela vocação de criar o indizível, quase o inominável entre versos-prosas e prosas-versos. Como quando bolou o primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, o ebook de sucesso O RINOCERINTE DE CLARICE, que, por ser pioneiro, de vanguarda e único no gênero, virou leitura obrigatória no Mestrado de Ciência da Linguagem na matéria Linguagem Virtual, na UNIC-SUL, Universidade de Santa Catarina, além de ser tese de mestrado na Universidade de Brasília e tese de doutorado na UFAL-Universidade Federal de Alagoas. Obra com onze contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, que também foi destaque na chamada grande mídia brasileira, como no jornal O Estado de São Paulo, no Diário Popular (Caderno Informática), na Revista da Web, na Revista Ao Mestre Com Carinho, na Revista Época (Rio de Janeiro) nos programas de tevê Jornal da Noite (Márcia Peltier, Rede Bandeirantes), Programa Na Berlinda (Rede 21) e Provocações, TV Cultura de SP.
O que uma pessoa que escreve tanto, tem tanto a dizer que chega a ser Cult de estar na mídia qualificada e, paradoxalmente nunca ser bancado por uma chamada grande editora do eixo Rio/SP? Para alguns, a loucura santa do Silas é extraordinária. Para outros, uma literatura em prosa e verso (e ensaios, microcontos, twitter-poemas, letras de rocks e blues, poeminhos infantis, poemas para a juventude, links irônicos e de humor como “Silas e Suas ‘siladas”) tudo muito acima da média e de primeira grandeza. Numa busca pelo Google você o acha em mais de oitocentos sites, no YouTube, até mesmo no exterior, como Chile, Portugal, Angola, Moçambique, e em quase todas as redes sociais, também seguido no twitter e no Facebook. Já há na web ótimas criticas sobre seus trabalhos, seus livros, e um cabedal de seus prêmios de renome, ou mesmo constando em mais de cem antologias literárias até no exterior, e ainda tendo saído na importante Revista Poesia Sempre, como um dos poetas da poesia brasileira contemporânea, bancado pela Fundação Biblioteca Nacional no ano 2000, 500 Anos de “Achamento” do Brasil. Nas entrevistas, surpreende, toca: ‘A vida não me deu limões, mas faço limonadas de lágrimas’. Nos ensaios, resenhas, criticas sociais e criticas literárias, feito um livre pensador que sonha depois do fim das utopias com um humanismo de resultados, surpreende por pensar o que ninguém pensou, escrever diferenciado e ter um olhar crítico especial de entrar na alma do escritor que resenha.
Pois com “GUTE-GUTE Barria Experimental de Repertório”, não poderia ser diferente. O autor de novo talentosamente surpreende com estilo, por não escrever ralo e raso e, ao mesmo tempo tomar o leitor pela mão, cativar e envolver. Vai compondo sua trajetória de literato, com qualidade vernacular, com seus neologismos, além do resgate de palavras desusadas ou atípicas – um amigo professor francês diz que às vezes ele escreve em língua bárbara – e assim, assustando, surpreende, clarifica, toca corações e mentes. Você não podia ter escrito isso, disse um amigo. Mas você está com os olhos cheios de sangue e chorando, respondeu ele.
Colocando a aldeia natal Itararé, cidade histórica do Brasil (de batalhas que não houve) na consciência do mundo, erguendo suas histórias e lampejos de arte como levitação, e com tantos projetos de livros, Silas tem outros trabalhos inéditos para crianças e jovens, mas quis o destino que o primeiro da lavra fosse esse, por intermédio de uma avaliação qualitativa da visionária Chiado Editores de Portugal. E nada mais bonito do que entrar ‘na cabeça’ de uma criança ainda na barriga de uma mãe de alto nível, e daí extrair além das ideias, palavras que se somam e se erguem, com começo, meio e fim, em ritmo de falas e pensamentos marotos, em nível de monólogos atiçados pela pólvora do que realmente é existir (ou deve ser existir) mesmo nos nove meses de gestação se tanto, e já ter o que dizer, nessa fauna precoce da vida atiçada in corpore. O prisma, a narrativa, a criatividade. Tudo a ver, aliás, também tudo a ler, como tudo a ser.
Que criança tardia ainda somos, escondidos de nós, até escondidos de sermos, de nossa infância, nossa maior riqueza, nosso maior tesouro? E quando a criança que ainda reside e resiste em nós lê a alma de uma criança ainda na barriga-mãe, de onde, talvez, nós nunca deveríamos ter saído, porque, disse um pensador, que nós vivemos mesmo só nove meses? Pego pela palavra, o leitor vai se colocar no tal troninho com cordão umbilical nutridor e tudo, vai se olhar de dentro pra fora, como já sabe o mundo da fantasia de fora pra dentro, se colocando no lugar do baby vai ser também criança purinha outra vez, e se emocionar; vai chorar, e vai se sentir de alguma maneira em casa, sendo assim também a casa, a casca, o lugar em que estamos, o lugar que somos… De onde nunca deveríamos ter saído?
Conversando com o autor, sobre o processo de criação deste livro, fiquei sabendo que ele perdeu a mãe faz pouco tempo, teria sofrido muito, como uma perda dessas acarreta, e que, tentando lavar a alma, por assim dizer, teve uma ideia desse trabalho e então escreveu o livro como se lavando por dentro, como se de novo se colocando na barriga da mãe, também confessando que chorou muito ao escrever, mas que ao mesmo tempo também como que também se limpou em lágrimas e palavras, se renovando; como se purgando a dor e a partir do término da obra de várias leituras e releituras, se recompondo, como se a obra, o romancear e todo o trajeto criativo, o libertasse. A arte como levitação também?
Lendo o livro GUTE GUTE em seu projeto ainda inaugural, para depois tentar dedilhar alguma coisa sobre o mesmo, veio-me à mente a fala de Giorgio Agamben (Ideia da Prosa/Ideia da Felicidade) quando disse: “Em todas as vidas existe qualquer coisa de não vivido, do mesmo modo que em toda palavra há qualquer coisa que fica por exprimir. O caráter é a obscura força que se assume como guardiã dessa vida intocada; vela atentamente por aquilo que nunca foi e inscreve no teu rosto a marca disso…”
Pondo palavras na boca do personagem principal, narrador da epopeia barrigal – a barriga da mãe é a segunda personagem – a criança por nascer já vai precocemente dando à luz a fatos que identifica e soma, acontecências, intenções, ironias, entendimentos pueris, julgamentos puros e o próprio repertório experimental da linguagem que ouve, avalia, compõe, edifica e no palavrear conjetura e assim e por isso mesmo expõe sonoramente. Quem é que poderia ter escrito um livro desse? Você lembra Gepeto, O Gato de Botas, Alice No País das Maravilhas, ou, no Brasil, o Moleque Saci, ou ainda as maviosas contações aventurosas de um tempo e de um lugar feitas pelo inesquecível Monteiro Lobato, e nesses tempos pós-modernos de tantas infovias efemêras, capta o romance como um estilo moderno, um olhar cativante, um entendimento bem contemporâneo que vai açodar a mente sempre ativa das crianças, de jovens e adultos, que não caberão em si, entrando na narrativa como dentro da barriga do historial ou dentro de si mesmos. Uma aventura e tanto. GUTE GUTE é isso, tem essa intenção e crédito. Talvez, fora dessa barriga, então, finalmente, podemos entender melhor o que saímos perdendo, quando nos perdemos de nós mundão a fora, ou, quando, de uma forma ou de outra, artisticamente podemos fazer da poesia, da imaginação, do conhecimento e da arte uma bela filofia de vida, ou ainda, do entretenimento e do mundo da fantasia nas leituras, mais uma barriga acalentadora para nos cuidarmos de nós, nos salvarmos de nós, nos adoçarmos, e assim, então, nos sentirmos em paz com uma literatura envolvente como essa. Gute Gute.
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Antonio T. Gonçalves – Professor Universitário
E-mail: la-goeldi@bol.com,br
Resenha Gute Gute
Gute Gute, Barriga Experimental de Repertório
Romance de Silas Correa Leite
Nesses tempos pós-modernos, em que a criança sai do ventre da mãe para a piscina, e que a ciência avançada já descobriu que crianças aprendem e evoluem desde a barriga-mestra da grávida, e se um casal de Ph.Ds. com DNA de geniais tivesse um bebê superdotado e com QI elevado desde a concepção; e se esse baby se pudesse falar, precisasse falar, e se encontrasse outras crianças de igual precoce qualidade evolutiva para trocas, o diálogo, com quem pudesse conversar, dizer a que virá, o que vai ser quando nascer, a partir das apreendências desde o entorno e mesmo do interior contexto umbilical? Qual o repertório dessa visão, dessas conversas do entorno do pré-nascer? BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO é a voz da criança que ainda não há, que está sendo terminada, mas desde logo dizendo a que virá, sempre a partir da barriga-mundo-Mãe. Partindo do mote ou do leitmotiv do que um bebê especial em formação, de rara inteligência precoce, ainda dentro da barriga da mãe phd em neurociências, poderia falar, pensar, sentir, e até reagir a partir do próprio entorno que o envolve de alguma maneira no meio, mais configurações, sentimentos, reações pueris e sentidos revisitados em tal estadia interior, o autor, aqui e ali de maneira fracionada, não linear, com ironia, humor, e mesmo se inteirando da vida que cresce e aflora, traz as “palavras” da criança ainda na fase intrauterina para o entendimento de nosotros que saímos antes e perdemos a noção do quanto de importante foi estar nesse berço-ninhal, planeta-barriga.
Máximas circunstanciais, epigramas de ocasião, aforismos de percurso, citações achadas no crescimento, fragmentos reflexivos a partir de, tudo da lavra do autor, inclusive parafraseando dizeres populares pertinentes, amor, emoção, tristeza, dor, humor, o favo-vida na colmeia da gestação querendo dar à luz antes de vir à luz. Muito mais do que isso ainda, recursos na intertextualidade, situações que emocionam, fazem rir, reafirmando então que, sim, há uma luz antes de tudo. A criança que nesses tempos pós-modernos sai direto da barriga da mãe para a piscina, aprender a nadar antes de falar, nesse romance comporta um baby superdotado, hiperativo, extermanemente sensivel, que quer muito dizer o que vê, “lê”, sente e reflete-se desde o mundo barrigal. O autor coloca um repertório afetivo, emocional, denso, poético e extremamente humano para quem ainda vive uma fase importante do devir.
Gute Gute é isso: o que um bebê quer dizer, sobre o meio, seus pais, as acontecências de percurso, situações de rotina de uma grávida de Q.I. altíssimo, com olhares novos sob a sensibilidade à flor da pele daquele que ainda vai nascer, e, antes mesmo disso já questiona até momentos íntimos da mãe, particularidades afins, como soubesse que, de alguma maneira, iria carregar para sempre aquela barriga, logo que ‘desnacesse dali’. Pinceladas de vidas sendo pensadas e sentidas, explosões de amor e de entendimentos pueris de malucos, mudanças de comportamento a partir de hormônios, visões do filho da mãe e da mãe do rebento, e vice-versa, quando se sabe que, na vida aqui fora toda grávida chora de barriga cheia e diz que o nenê está chutando a barriga, é como se o baby desse romance estivesse literalmente chutando o pau da barraca, da barriga, para se assinar no livro da vida antes de estar entre nós, chamando nossa atenção para esse estado de graça.
A ideia do livro é passar o conceito de que uma criança especial já na barriga da mãe-gestora é uma alma que pensa, apreende, com/Vive e sente, podendo assim se expressar desde o cordão umbilical, dizer a que veio, e até sonhar sobre o que é que vai ser quando nascer, interagindo precocemente no seu entono, podendo assim ser sacada, se pudesse ser ouvida em sua pura voz interior. GUTE GUTE é o som de uma criança mamando, sugando o cordão umbilical da mãe, gute gute tradicional do som nessa alimentação primordial. Barriga experimental de repertório é todo o acervo narrativo e criativo do livro como ofertório de palavras, rumos, citações, 'sentições', pertencimentos e tons e tins e quetais; timbres lustrais da criança imaginada em falas. Lá em cima, a mãe-gestora. Lá embaixo o filhote com visão toda própria, idealização e compreensão precoce. O que pode acontecer na fase final da formação, desde a concepção até o arrebentar-se do berreiro da vida lá fora? É preciso dar voz aos escolhidos. Muitos foram chamados mas só um fecundou. Esse é quem vai botar a boca no mundo. É preciso ouvi-lo.
Criar é iluminura como libertação. Escrever esta obra salvou a vida do autor, depois da morte de sua matriarca. Premiado em concursos de renome, até no exterior, presente em redes sociais e em mais de 800 sites, até internacionais, GUTE GUTE virou romance diferenciado desse ciberpoeta e blogueiro premiado que escreve para surpreender quem o lê. Ele já foi entrevistado no programa Provocações, da TV Cultura, e neste romance diferenciado mostra toda sua lucidez criacional, que emociona, sobre o que uma criança teria a dizer na barriga da mãe gestora. Bem-vindo a bordo. Periga ler e ver-se.
Barriga exterimental? Gute Gute:
-TEM GENTE!
Antonio T. Gonçalves
lagoeldi@bol.com.br
http://cult-news-art.zip.net/
BREVE RESUMO, GUTE GUTE
Breve Resumo de Gute Gute
Barriga Experimental de Repertório
Romance
-Partindo do mote ou do leitmotiv do que um bebê especial em formação, de rara inteligência precoce, ainda dentro da barriga da mãe phd em neurociências, poderia falar, pensar, sentir, e até reagir a partir do próprio entorno que o envolve de alguma maneira no meio, mais configurações, sentimentos, reações pueris e sentidos revisitados em tal estadia interior, o autor, aqui e ali de maneira fracionada, não linear, com ironia, humor, e mesmo se inteirando da vida que cresce e aflora, traz as “palavras” da criança ainda na fase intra-uterina para o entendimento de nosotros que saímos antes e perdemos a noção do quanto de importante foi estar nesse berço-ninhal, planeta-barriga.
Máximas circunstanciais, epigramas de ocasião, aforismos de percurso, citações achadas no crescimento, fragmentos reflexivos a partir de, tudo da lavra do autor, inclusive parafraseando dizeres populares pertinentes, o favo-vida na colmeia da gestação querendo dar à luz antes de vir à luz. Muito mais do que isso ainda, recursos na intextualidade, situações que emocionam, fazem rir, reafirmando então que, sim, há uma luz antes de tudo. A criança que nesses tempos pós-modernos sai direto da barriga da mãe para a piscina, aprender a nadar antes de falar, nesse romance comporta um baby superdotado, hiperativo, extermanemenet sensivel, que quer muito dizer o que vê, “lê”, sente e reflete-se desde o mundo barrigal. O autor coloca um repertório afetivo, emocional, denso, poético e extremamente humano para quem ainda vive uma fase importante do devir.
-Gute Gute é isso: o que um bebê quer dizer, sobre o meio, seus pais, as acontecências de percurso, situações de rotina de uma grávida de Q.I. altissimo, com olhares novos sob a sensibilidade à flor da pele daquele que ainda vai nascer, e, antes mesmo disso já questiona até momentos íntimos da mãe, particularidades afins, como soubesse que, de alguma maneira, iria carregar para sempre aquela barriga, logo que ‘desnacesse dali’.
-Pinceladas de vidas sendo pensadas e sentidas, explosões de amor e de de entendmtos malucos, mudanças de comportamento a partir de hormônios, visões do filho da mãe e da mãe do rebento, e vice-versa, quando se sabe que, na vida aqui fora toda grávida chora de barriga e diz que o nenê está chutando a barriga, é como se o baby desse romance literalmente chutaasse o pau da barraca, para se assinar no livro da vida antes de estar entre nós, chamando nossa atenção para esse estado de graça.
-Lá em cima, a mãe-gestora. Lá embaixo o filhote com visão toda própria, idealização e compreensão precoce. O que pode acontecer na fase final da formação, desde a concepção até o arrebentar-se do berreiro da vida lá fora? É preciso dar voz aos escolhidos. Muitos foram chamados mas só um fecundou. Esse é quem vai botar a boca no mundo. É preciso ouvi-lo.
-TEM GENTE!
-Silas Correa Leite
E-mail: poesilas@terra.com.br
Blogue: www.portas-lapsos.zip.net
Barriga Experimental de Repertório gutegute
BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTORIO, Romance – Silas Correa Leite
Nesses tempos pós-modernos em que a criança sai do ventre da mãe para a piscina, em que a ciência já descobriu que crianças aprendem e evoluem desde a barriga-mestra da grávida, e se um casal de Ph.Ds. tivesse um bebê superdotado e com QI elevado desde a concepção, se pudesse falar, precisasse, e se encontrasse outras crianças de igual qualidade evolutiva para trocas, o diálogo, com quem pudesse conversar, dizer a que virá, o que vai ser quando nascer, a partir das apreendências desde o entorno e contexto umbilical? Qual o repertório dessa visão, dessas conversas, entorno e pré-nascer? BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO é a voz da criança que não há, dizendo a que virá, sempre a partir da barriga-mundo-Mãe.
Autor: Silas Correa Leite – E-mail: poesilas@terra.com.br
Barriga Experimental de Repertório, GUTE GUTE
BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTORIO, Romance – Silas Corrêa Leite
Nesses tempos pós-modernos em que a criança sai do ventre da mãe para a piscina, em que a ciência já descobriu que crianças aprendem e evoluem desde a barriga-mestra da grávida, e se um casal de Ph.Ds. tivesse um bebê superdotado e com QI elevado desde a concepção, se pudesse falar, precisasse, e se encontrasse outras crianças de igual qualidade evolutiva para trocas, o diálogo, com quem pudesse conversar, dizer a que virá, o que vai ser quando nascer, a partir das apreendências desde o entorno e contexto umbilical? Qual o repertório dessa visão, dessas conversas, entorno e pré-nascer? BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO é a voz da criança que não há, dizendo a que virá, sempre a partir da barriga-mundo-Mãe. Autor: Silas Correa Leite – E-mail: poesilas@terra.com.br
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No ventre de uma mãe havia dois bebês. Um perguntou ao outro: "Vc acredita em vida após o parto?" O outro respondeu: "É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde." "Bobagem", disse o primeiro. "Não há vida após o parto. Que tipo de vida seria esta?" O segundo disse: "Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora." O primeiro retrucou: "Isto é um absurdo. Andar é impossível. E comer com a boca!? Ridículo! O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação." O segundo insistiu: "Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico." O primeiro contestou: "Bobagem, e além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá? O parto é o fim da vida e no pós-parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. Ele não nos levará a lugar nenhum." "Bem, eu não sei", disse o segundo, " mas certamente vamos encontrar a Mamãe e ela vai cuidar de nós." O primeiro respondeu: " Mamãe, vc realmente acredita em Mamãe? Isto é ridículo. Se a Mamãe existe, então, onde ela está agora?" O segundo disse: "Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir." Disse o primeiro:" Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe." Ao que o segundo respondeu: " Às vezes, quando vc está em silêncio, se vc se concentrar e realmente ouvir, vc poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa lá de cima." Este foi o modo pelo qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus.
O romance GUTE GUTE Barriga Experimental de Repertório, de Silas Corrêa Leite, Editora AUTOGRAFIA, Rio de Janeiro, conta mais, muito mais.
http://www.autografia.com.br/
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