quinta-feira, 20 de agosto de 2015

BREVE RESUMO, GUTE GUTE

Breve Resumo de Gute Gute Barriga Experimental de Repertório Romance -Partindo do mote ou do leitmotiv do que um bebê especial em formação, de rara inteligência precoce, ainda dentro da barriga da mãe phd em neurociências, poderia falar, pensar, sentir, e até reagir a partir do próprio entorno que o envolve de alguma maneira no meio, mais configurações, sentimentos, reações pueris e sentidos revisitados em tal estadia interior, o autor, aqui e ali de maneira fracionada, não linear, com ironia, humor, e mesmo se inteirando da vida que cresce e aflora, traz as “palavras” da criança ainda na fase intra-uterina para o entendimento de nosotros que saímos antes e perdemos a noção do quanto de importante foi estar nesse berço-ninhal, planeta-barriga. Máximas circunstanciais, epigramas de ocasião, aforismos de percurso, citações achadas no crescimento, fragmentos reflexivos a partir de, tudo da lavra do autor, inclusive parafraseando dizeres populares pertinentes, o favo-vida na colmeia da gestação querendo dar à luz antes de vir à luz. Muito mais do que isso ainda, recursos na intextualidade, situações que emocionam, fazem rir, reafirmando então que, sim, há uma luz antes de tudo. A criança que nesses tempos pós-modernos sai direto da barriga da mãe para a piscina, aprender a nadar antes de falar, nesse romance comporta um baby superdotado, hiperativo, extermanemenet sensivel, que quer muito dizer o que vê, “lê”, sente e reflete-se desde o mundo barrigal. O autor coloca um repertório afetivo, emocional, denso, poético e extremamente humano para quem ainda vive uma fase importante do devir. -Gute Gute é isso: o que um bebê quer dizer, sobre o meio, seus pais, as acontecências de percurso, situações de rotina de uma grávida de Q.I. altissimo, com olhares novos sob a sensibilidade à flor da pele daquele que ainda vai nascer, e, antes mesmo disso já questiona até momentos íntimos da mãe, particularidades afins, como soubesse que, de alguma maneira, iria carregar para sempre aquela barriga, logo que ‘desnacesse dali’. -Pinceladas de vidas sendo pensadas e sentidas, explosões de amor e de de entendmtos malucos, mudanças de comportamento a partir de hormônios, visões do filho da mãe e da mãe do rebento, e vice-versa, quando se sabe que, na vida aqui fora toda grávida chora de barriga e diz que o nenê está chutando a barriga, é como se o baby desse romance literalmente chutaasse o pau da barraca, para se assinar no livro da vida antes de estar entre nós, chamando nossa atenção para esse estado de graça. -Lá em cima, a mãe-gestora. Lá embaixo o filhote com visão toda própria, idealização e compreensão precoce. O que pode acontecer na fase final da formação, desde a concepção até o arrebentar-se do berreiro da vida lá fora? É preciso dar voz aos escolhidos. Muitos foram chamados mas só um fecundou. Esse é quem vai botar a boca no mundo. É preciso ouvi-lo. -TEM GENTE! -Silas Correa Leite E-mail: poesilas@terra.com.br Blogue: www.portas-lapsos.zip.net

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